AMOÊDO DEFENDE O USO DE BLOCKCHAIN PARA DESBUROCRATIZAR CARTÓRIOS

AMOÊDO DEFENDE O USO DE BLOCKCHAIN PARA DESBUROCRATIZAR CARTÓRIOS

Realmente, os benefícios do blockchain tem sido cada vez mais reconhecidos, tanto que a tecnologia está marcando presença nas pautas referentes às eleições deste ano. Ontem, João Amoêdo, candidato à presidência da República, postou em sua página oficial de campanha no Facebook uma publicação na qual defende o uso de blockchain para a legitimação de documentos e contratos.

Segundo ele, a tecnologia irá contribuir para desburocratizar os processos de validação. A postagem veio acompanhada pelo seguinte texto:

"Ninguém aguenta mais perder tempo nos cartórios. Em um mundo cada vez mais conectado queremos que você possa validar documentos e contratos- que hoje são monopolizados pelos cartórios – pela internet. Para garantir a segurança e transparência a tecnologia blockchain é a melhor alternativa do momento".


E não é de hoje que o candidato vem demonstrando apoio às tecnologias ligadas ao universo das moedas digitais. Amoêdo já havia se manifestado a favor da proposta ao longo de sua pré-campanha. Em maio deste ano, ele publicou em sua página uma reportagem do Valor Econômico indicando que lucro dos cartórios havia subido 12%, apesar do período de crise econômica. E complementou argumentando que ˜com menor burocracia, a digitalização simplificaria e facilitaria os negócios do dia a dia para todos, com menores custos".  

A desburocratização tem sido uma das principais bandeiras da campanha de Amoêdo. O candidato declarou que é "a favor da digitalização dos serviços cartoriais, por meio de tecnologias seguras e transparentes (como o blockchain)".  

SOBRE AS CRIPTOMOEDAS

Amoêdo já declarou que considera vantajoso a existência de mais de um meio de troca no mercado, se referindo as criptomoedas. E sobre a regulamentação das mesmas no Brasil, ele disse que desaprova regras muito específicas porque "trazem um engessamento desnecessário a atividade".

MARINA SILVA E BLOCKCHAIN

A candidata Marina Silva, da Rede, parece compartilhar da mesma opinião de Amoêdo. O financiamento coletivo de sua campanha foi promovido pela plataforma Voto Legal: que é um site que utiliza blockchain para validar os valores doados e a autenticidade dos doadores, com o intuito de aumentar a transparência e evitar fraudes no processo de divulgação da ex-ministra do meio ambiente.